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Torta gelada de cereja

Sobremesas especiais para servir nesse começo de ano:

Sobremesas com as frutas típicas desse dessa temporada como o abacaxi, uvas e romã são refrescantes e tradicionais e além de serem deliciosas e saudáveis.

Se vocês forem receber os familiares ou seus amigos em casa nessa época do novo ano e ainda não sabe o que servir para a sobremesa, vejam quantas sugestões de pudins, bolos, tortas, mousses, pavês e sorvetes diferentes e deliciosos, para todos os gostos desde calóricos e até mesmo receitas equilibradas.

O difícil é saber qual dessas sobremesas iremos servir!!!

Escolham suas receitas preferidas e ganhe, com certeza, diversos elogios de seus convidados!!!

Torta gelada de cereja

Ingredientes:

Massa:

4 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 pacote de bolacha maizena (200 g)

Recheio:

2 ovos
200 g de ricota sem sal
150 g de cream cheese / cream cheese light
3/ 4 xícara de açúcar ou adoçante em pó culinário
100 g de cereja em calda ou fresca
1 clara
2 colheres de sopa de açúcar
Raspas de limão
Folhas de hortelã para decorar

Acessório para utilizar: Forma Redonda de 22 cm de diâmetro e com aro removível

Modo de fazer:

Em uma tigela, misture a manteiga sem sal e o biscoito maisena triturado até formar uma farofa úmida.

Acrescente a farofa no fundo da forma. Leve ao forno preaquecido a 180º durante 15 minutos.

No liquidificador, bata os ovos, a ricota, o cream cheese (opcional o cream cheese light) e o açúcar até formar um creme homogêneo e de cor creme.

Distribua o creme sobre a massa assada e coloque as cerejas,no fundo do creme.

Leve novamente ao forno preaquecido por mais 15 minutos.

Deixe esfriar.

Misture a clara com o açúcar ou adoçante culinário e leve ao fogo em banho-maria, mexendo sempre até amornar.

Transfira para a batedeira e bata aos poucos até formar picos firmes.

Distribua sobre a torta, salpique as raspas de limão, decore com folhas de hortelã e cerejas ou se preferir com morangos.

Sirva gelado e imediatamente.

Rendimento: 6 porções.

Dica: Sirva com café ou chá de sua preferência.

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
www.facebook.com/biofood.express

A leveza a ser reaprendida pelas mulheres…

Nos estudos da behavior com os homens aprendemos que, diferentes de nós, eles preferem a liberdade a independência. A liberdade de viver momentos que lhes permita alimentar a alma: um chopinho com os amigos, jogar uma pelada, dormir sábado a tarde – toda a tarde! – entreter-se com games, viajar de moto para sempre voltar, sempre. Como me disse um dos entrevistados do Projeto Homens, “eu sou feliz, livre, na minha gaiola”.

A mulher se irrita profundamente com esse comportamento masculino. Muita desta irritação tem a ver com a sensação de exclusão do universo dele – como assim ele quer ser feliz sem mim? – apoiada na crença romântica que o casal só pode viver a dois o tempo inteiro. Outras vezes, a irritação vem do julgamento de irresponsabilidade que a mulher dá a este tipo de atividade: como assim, você vai se divertir se temos tantas coisas à fazer?

Pois é exatamente aqui que a relação azeda. A mulher possui, no meu entendimento, uma habilidade quase genial de realizar diversas coisas ao mesmo tempo. Com isso ela parece ter a necessidade de arrumar o mundo, e, na medida que vai deixando o mundo como ela acha que deve ser, retroalimenta a percepção que só ela é capaz de deixar o mundo perfeito. É quase uma antena ligada ininterrupta que a deixa tensa, vigiante, quase um fiscal. Estudei toda minha infância e juventude num colégio feminino de freiras, a congregação era francesa; creio que por isso carrego comigo a imagem da madre superiora: severa, vigiante quase um policial. É assim que muitas vezes encontro as mulheres, quando as entrevisto.

Se o homem decide, no meio de uma grande mudança, parar tudo para tomar um chopinho… já dá para imaginar que a Terceira Guerra Mundial está prestes a começar. Pois é… mas é através dessa atitude, de parar tudo para se dar uma pausa, que trazemos leveza para a situação. O homem vem ganhando terreno na relação a dois, porque nós mulheres compreendemos que talvez não seja tão ruim assim imitar esse lado masculino. Afinal, queremos continuar ser mulheres neuróticas por ordem e perfeição, como nossas mães?

É claro que essa atitude não pode disfarçar, como em muitos casos, irresponsabilidade e se tornar uma fuga para não enfrentar os desafios da vida e amadurecer. Mas quando ela acontece em determinados momentos, podemos arejar um pouco e liberar a tensão. Abrindo espaço para essa atitude de leveza nas nossas vidas, melhoramos nosso humor, nossa relação e a tensão familiar. Vamos refletir sobre isso?

Nany Bilate
Pesquisadora, pensadora e fundadora da Behavior, centro de estudos sobre valores e crenças sociais.
Escreve semanalmente sobre as transformações que estamos vivendo como sociedade no blog Movimentos Humanos em www.behavior.com.br