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Barra de Cereal Fit

Barra de cereal fit:

As barrinhas de cereal são opções práticas e saudáveis para saciar a fome. Mas é preciso prestar atenção na hora de escolher o sabor. Isso porque algumas versões contém alto teor de açúcar e gorduras trans. Esse tipo de gordura pode aumentar o colesterol ruim LDL, e baixar o colesterol bom, HDL.

Saiba como fazer uma barra de cereal em casa de forma saudável!

Barrinha de cereal caseira de granola com chocolate fit

-> Ingredientes:

4 bananas maduras
4 colheres de sopa de mel
1/4 xíc. de óleo de canola
1 colher de chá de essência de baunilha
1 3/4 de xíc. de aveia em flocos
1/2 xíc. de coco ralado
1/2 colher de chá de sal
1 colher de chá de canela em pó
1/4 colher de chá de noz moscada
1/2 xíc de germem de trigo
1/2 xíc. de uva passa
1/2 xíc. de damasco seco picado
1/2 xíc. de castanha de caju picada
80g de chocolate meio amargo picado
1 colher de sopa de açúcar cristal

-> Preparo:
1 – Em um bowl, amasse as bananas com um garfo. Acrescente o mel, o óleo e a essência de baunilha e misture bem;
2 – Acrescente a aveia, o coco, o gérmen de trigo, o sal, a canela e a noz moscada. Mexa até que fique homogêneo;
3 – Por último, incorpore as uvas passas, o damasco, a castanha de caju e o chocolate. Despeje em um tabuleiro forrado com papel manteiga e pressione bem na assadeira para que fique bem compactada e uniforme. Salpique com o açúcar cristal;
4 – Asse em forno médio pré-aquecido (180º C) por 25 minutos. Retire do forno, corte em barrinhas e coloque novamente para assar em um tabuleiro maior por mais 20 minutos.
5 – Retire do forno, deixe esfriar e embale cada barrinha individualmente em filme plástico.

Rendimento: 25 porções.

Espero que aproveitem!

Bom apetite!!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
www.facebook.com/biofood.express

Salas de Jantar bem planejadas

Oi Bellas, tudo bem?

Minha dica de hoje é para a sua sala de jantar. Se você acha que só a mesa e as cadeiras são suficientes, você está enganada. Para compor uma ótima sala de jantar temos que considerar diversos aspectos superimportantes.

O tamanho e a posição vão variar conforme seu espaço e sua necessidade. Porém se sua sala for muito grande, a mesa deverá ser proporcional, mesmo que você more sozinha.  O modelo da mesa é uma questão principal. Redondo? Quadrado? Retangular? Com pé central ou 4 apoios?

Para resolver isso precisamos ver o estilo da decoração e o espaço, porem basicamente mesas com pé central tem design mais contemporâneo geralmente e abrigam mais pessoas, além de facilitarem para o abrigo das pernas de quem senta na ponta.

Modern interior dining room with table 3D rendering

 

Mesas redondas são mais apropriadas para ambientes quadrados, e as retangulares tem a versatilidade de poderem ser encostadas na parede, podendo ter um espelho acompanhando por exemplo.

Para iluminação, pendentes dão um ar mais intimista e uma luz mais focalizada ao ambiente, você pode ousar com uma peça ou várias, dependendo da decor.

Contemporary Dining Space

 

Caso opte por tapetes, procure sempre colocá-los em uma medida de 60cm a partir do fim da mesa, para que as cadeiras não se enrosquem quando as pessoas levantarem. Lembre-se também do espaço que deve ficar entre qualquer obstáculo e a mesa para que as pessoas possam jogar as cadeiras para trás. O ideal é no mínimo 90cm entre a mesa e a parede por exemplo.

Cozy creamy tones dining room with wooden table set.

 

Para a decoração, quadros, papel de parede, espelhos e esculturas ajudam a completar o ambiente, mas temos que tomar cuidado para não exagerar na composição.

Aparadores e buffets também são peças essenciais para garantir um bom jantar, quando houver espaço.

Luxury dining room and kitchen area decorated with candles

 

Gostaram Bellas das dicas de hoje? Agora está fácil arrumar a sala de jantar ne?

Um grande beijo,

Arq. Luiza Altman
Clinica DECORação
https://www.facebook.com/siteclinicadecoracao/
www.clinicadecoracao.com.br
Instagram: @clinicadecoracao

Vocês sabem o que é a Rosácea?


Olá Bellas!

Vocês conhecem alguém que está frequentemente com o rosto irritado e avermelhado, com bolinhas ou descamações?! Esse é um problema comum na população, e muitas vezes o diagnóstico é de Rosácea!

A Rosácea é uma inflamação crônica da pele da face, mais comum em mulheres do que em homens, e que geralmente se inicia entre os 30 – 40 anos.

A causa da Rosácea é desconhecida, e os desencadeantes são:

–       exposição à luz solar

–       bebidas alcoolicas

–       calor

–       vento

–       estresse emocional, entre outros fatores.

As áreas mais acometidas são as bochechas, nariz, queixo e testa.

Clinicamente, ocorre vermelhidão, o nariz e as bochechas podem ficar bem inflamados e cheios de vasinhos aparentes. Muitas vezes há sensação de ardor na pele, e lesões que são semelhantes a acne. No entanto, o tratamento da rosácea não é o mesmo da acne, pois são doenças diferentes.

O tratamento da rosácea depende do grau em que a pele foi atingida.

Sempre é ideal o uso de filtro solar diariamente, e podem ser indicados tratamentos locais com cremes e pomadas anti-inflamatórias, antibióticos tópicos ou medicamentos via oral.

Algumas vezes é indicado o tratamento da rosácea com laser ou luz pulsada, para diminuição dos vasinhos aparentes (telangiectasias) e controle da inflamação.

Se você acha que alguém conhecido pode ter esse problema, ou já sofreu na própria pele esse tipo de incômodo, pergunte ao seu médico dermatologista de confiança se esse pode ser o diagnóstico!

Um beijo!

Dra Flavia Jorge
Médica Dermatologista
CRM 124469 / RQE 37373
www.facebook.com/clinicajorge

Por que decidi me arriscar a correr a primeira maratona – O começo de tudo!

Bellas, tudo bem?

A partir de hoje vou contar um pouco da minha história para vocês, como comecei a correr e qual a preparação que estou iniciando para correr uma maratona em outubro/2017.

Qualquer dúvida, estou por aqui! Lembrando que não sou profissional da área, não sou nutri, não sou personal, sou formada em direito e hoje trabalho com marketing digital, ou seja, bem distante, né?

Vamos lá! Sempre fui gordinha, briguei com a balança e tentei fazer exercícios a vida toda. Depois da morte dos meus pais no final de 2012/início de 2013 eu engordei mais ainda e cheguei aos terríveis 3 dígitos na balança… Em outubro de 2014 eu fiz uma viagem com meu marido para os EUA e entendi que eu queria mesmo me cuidar! Entendi que levar uma vida de obesa era bem difícil, entendi que aguentar o ritmo acelerado das viagens que eu fazia eu não conseguia manter, entendi que estava muito, muito infeliz com meu corpo e tomei a decisão de mudar de vida!

Voltei para SP e coloquei o balão intragástico de 6 meses no final de novembro/14 e aí a minha vida começou a dar uma volta sensacional! Emagreci 14kg com o balão e depois que o tirei em maio/15, emagreci mais 6kg. Comecei a fazer ginástica quase todos os dias e aprendi que o meu corpo precisava do exercício, viciei!

No dia de treino me sinto mais disposta, menos ansiosa e com menos fome e isso é fantástico para uma pessoa que sempre descontou todas as emoções (boas ou ruins) na comida! No final de 2015 vi a inscrição para a corrida WRun em São Paulo e a distância me pareceu ok. O que me encantou mesmo e que me incentivou a fazer a inscrição foi o lindo kit com viseira, camiseta, saia/short e uma linda lancheira! Fiquei feliz com o kit e comprei!

Depois de comprar parei um pouco e pensei: já que eu tenho o kit porque não treino para correr os 4k (gíria de corredor, nunca falamos 4km e sim 4k) da prova? Falei com a minha super mega personal, aquela que te faz rir e chorar em segundos (mas ela vai ficar para um outro post) e ela disse que eu iria conseguir! Comecei correndo 1min e caminhando 2min, queria morrer, meu coração parecia que iria parar a qualquer minuto e que quando eu descesse da esteira as minhas pernas iriam se separar do meu corpo! Aguentei!

Depois de uns treinos ela me incentivou a correr aqui no nosso condomínio (sim, ela é minha vizinha do andar de cima!), só que tem uma subida (que hoje é bem pequena, mas naquela época me parecia o Everest em pessoa!). Corria a subida e caminhava a descida e lá fui eu! Treinei algumas vezes com a linda e querida filha dela, a Bruna, que por incrível que pareça é mais carrasca que a própria mãe, apesar de toda a sua doçura! Ela me incentivou muito!

No dia da corrida meu marido foi lá me dar força! Confesso que chorei ao abraça-lo no final do trajeto! E aliás choro toda a linha de chegada (de lá para cá já foram mais 8 corridas finalizadas!)

Depois disso comecei a correr 5k e me senti a Mulher Maravilha!

Passados uns meses e eu vi a inscrição para a outra corrida só de mulheres que tem em SP, a Vênus e lá estava outro desafio para mim 10k!!!!

Continuamos daqui a duas semanas?

Essa foto mostra o contraste entre os 3 dígitos e a minha primeira corrida realizada!

Beijinhos, Nara

O surgimento das maratonas

Assim como toda lenda, a história da maratona é recheada de curiosidades e fatos extravagantes que, com o tempo, ganhou ainda mais misticismo.

Uma das versões mais aceitas em relação ao surgimento da corrida de 42.195 metros remete ao ano de 490 a.C., quando soldados atenienses marcharam até a Planície de Marathónas para combaterem os persas, na batalha que fazia parte das Guerras Médicas.
Como estavam em um número muito menor, os gregos precisavam de reforços para conseguirem a vitória. Desta forma, o comandante Milcíades resolveu escalar um de seus melhores corredores para cobrir a distância de 40 km, que separava a cidade que estavam de Atenas, e pedir ajuda.
Pheidippides foi o escolhido para a tarefa de percorrer o percurso acidentado até a atual capital grega. Lá chegando, conseguiu reunir cerca de 10 mil soldados, com os quais voltou para o local da batalha.

Após a vitória sobre o poderoso exército persa, Milcíades decidiu mandar novamente seu experiente corredor até Atenas, para passar a boa notícia. Mesmo exausto, Pheidippides correu novamente os cerca de 40 km que separavam as cidades e, lá chegando, conseguiu apenas dizer uma única palavra antes de cair morto. “Νενικήκαμεν” (Vencemos).
A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896 no percurso original, e seu vencedor foi Spiridon Louis, com o tempo de 2h 58min 50seg, fazendo a média de 4min28 por quilômetro.

Em 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres, o percurso da maratona sofreu uma alteração. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Castelo Windsor, o comitê organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.

A maratona se firma cada vez mais como um acontecimento esportivo das grandes cidades. Além de ser a prova clássica das Olimpíadas, ela fixou seu templo sagrado na cidade de Nova York onde, a partir de 1970, ela pára o trânsito e leva milhares de pessoas às ruas, que vibram pelos “desafiantes”.

Mais do que um evento desportivo, a maratona é vista como uma superação pessoal, ao nível da caminhada a Santiago de Compostela ou a escalada ao Everest: “uma conjugação de preparo físico, preparação mental, planejamento cuidadoso de estratégia e fé em si mesmo”. Grande maioria dos participantes atuais não entra na maratona para chegar em primeiro lugar, mas sim para se redescobrir, se redirecionar e aprender que, se consegue correr uma maratona, também será capaz de atingir outros feitos que muitos consideram inatingíveis.

Não só pelo quantidade de pessoas, mas também por serem as mais antigas, as Top 6 tradicionais maratonas especiais do mundo são:

Boston – a mais antiga desde 1897

Nova York

Chicago – maior número de inscritos

Berlim – percurso mais rápido

Londres

Tóquio

As seis juntas formam World Major Marathon Series (WMM) que é uma competição paralela. Correndo pelo menos 3 das 6 provas você pode ganhar uma bolada, se for o mais bem pontuado.

Cada maratona tem seu percurso e seus desafios. A de Berlim teve seu recorde quebrado com um tempo de 2h 2min 57seg, pelo queniano Dennis Kimetto.

Já pensou em correr uma maratona? Se superar? Porque não?

Bons treinos!

Carla Simaes

Personal Trainer

Insta @csimaespersonaltrainer

A liberdade de ser mulher fora do padrão

A semana passada falei sobre a Escola de Princesas e o direito a equidade. Várias pessoas se manifestaram fazendo seus comentários, a maioria contra a escola. A questão é que como estamos em um período de transição de valores sociais – do modelo antigo mais padronizado para o modelo novo mais livre – há pessoas em cada lado da ponte. O ponto que trago esta semana para reflexão neste nosso espaço feminino é porque precisamos encaixar as pessoas em papéis e formatos, e especificamente neste caso, porque o fazemos com as meninas?

Durante séculos estamos lutando por mais liberdade de atuação, de expressão, de possibilidades de ir e vir, de ser. Todas queremos ser mais livres para poder viver o que consideramos nossa verdade sem tanta pressão social, sem tanta crítica. Conhecemos nossos valores e sabemos que um comportamento diferente não nos define como alguém que não é bom. Sabemos tudo isso mas ao mesmo tempo, nós também fazemos pressão social para que os modelos se perpetuem.

Queremos filhas com lacinho no cabelo, delicadas e doces… e se a alma dela não seguir esse modelo?  Ela vai deixar de ser mulher? Ou melhor, deixar de ser uma boa mulher? Deixar de ser um bom ser humano? Por outro lado, se nossa filha estiver se tornando uma mulher suave e recatada, ela é mais mulher porque é assim? Ou ela é menos?

Minha intenção é abrir espaço para uma reflexão mais profunda sobre o que significa para nós o feminino, o ser mulher, e porque esse significado precisa estar ligado às funções domésticas e jeitos delicados. Como disse no post da semana anterior, não há nenhum problema em executar e gostar de funções domésticas, a questão é porque isso deve estar ligado necessariamente – quase exclusivamente – a um gênero. Graças a uma amiga querida assisti ao vídeo abaixo que me ajudou a refletir sobre o direito de ser – a tão desejada equidade social.

Seria tão amoroso e libertador para esse feminino asfixiado por milênios, permitir que nossas filhas sejam livres para escolher as suas formas de expressão, cabendo a nós o cuidado para o façam com respeito e educação, sem agressividade. Afinal, poder ser quem se é, sem o risco de se sentir inadequado, só deixa a gente feliz e seres humanos felizes tornam tudo ao seu redor melhor. Não é mesmo?

https://www.youtube.com/watch?v=mKy-NF448SQ&feature=youtu.be

Pensem nisso e me digam o que acham!

Beijos e até a próxima!

Nany Bilate
Pesquisadora, pensadora e fundadora da Behavior, centro de estudos sobre valores e crenças sociais.
www.behavior.com.br