BUSQUE O ARTIGO

Moda, Beleza e Comportamento

Tag Archives:
empreendedorismo

Dois movimentos ascendentes: o feminino-maternal e o empreendedorismo feminino. Será que eles conseguem andar juntos?

No sábado 19 de novembro celebrou-se o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino lançado pela ONU em 2014. A data foi comemorada no mundo todo, inclusive pelo braço do Mundo Mais Bellas que o fomenta: Bellas empreendedoras, que realizou um evento na sexta-feira, 18.

Ouvindo alguns fóruns de mulheres empreendedoras percebo que o sonho de empreender muda de acordo à realidade em que vivem. Para algumas é a possibilidade de sair de uma situação de subjugação ou de pobreza familiar. Para outras, é o sonho de criar uma grande empresa. O que percebi em comum é a dificuldade que a maioria tem em entender como fazer esse processo acontecer seja pela inexperiência em empreender; seja, pela dificuldade em lidar com o mundo dos negócios que se apresenta masculino; ou, seja pela dificuldade em descobrir como lidar com os outros papéis femininos que teimam em ficar com a mulher; e é sobre este último ponto que vou deter minha reflexão desta semana.

Na medida que as mulheres foram ganhando terreno na economia, uma força social começou a crescer: a valorização pelas crianças, e como força conjunta, a revalorização da família. Devo deixar claro que não tenho nada contra nenhum desses dois aspectos; meu ponto de reflexão – e não de crítica – é que isso tem resultado na decisão de muitas mulheres voltarem para casa para criar os filhos e, consequentemente, cuidarem do lar. Me pergunto, se não é uma nova forma de manter vivo um velho modelo que estamos lutando há muito tempo para quebrar?

É claro, que há nuances neste modelo. Conheço jovens pais que dividem muito bem as tarefas domésticas e a responsabilidade com os filhos, assim como homens que assumem este papel em prol da carreira feminina melhor resolvida. Entretanto, o modelo que mais parece se repetir é do pai provedor – mesmo que seja um pai mais presente e ativo que os de décadas atrás – e mãe responsável pela casa e filhos. Neste modelo, o empreendedorismo feminino surge como mais uma fonte de renda familiar e a oportunidade de manter a mulher profissionalmente ativa e atualizada. Se for isso, tudo pode fluir maravilhosamente bem.

Porém, caso o desejo seja tornar o empreendimento grande, considero que a mulher que ficou com a maior responsabilidade dos filhos e do lar, terá dificuldades em fazer os trade offs que um novo negócio exige. É importante pensar, antes de empreender, o que se deseja com o novo negócio. Os empreendedores podem passar a impressão de maior liberdade e autonomia – sim, isso é verdadeiro – mas erra quem associa isto a maior tempo livre.

É necessário foco, e isso inevitavelmente, traz menor atenção aos outros aspectos da vida. Não existe milagre. Para conseguir o foco, precisa se dividir – e não só contar com ajuda esporádica – com o companheiro, as questões domésticas e familiares. A família está pronta para isso?

Por outro lado, compreendo que os movimentos humanos que nos levam a resgatar modelos passados – mulheres cuidando exclusivamente do lar e dos filhos – o fazem para corrigir erros e preencher vazios que o lugar onde chegamos não foi capaz de preencher; mas me permitam questionar se esse feminino-maternal, trará no futuro todas as alegrias e satisfações importantes para a autoestima feminina e seu fortalecimento social. Como sempre, não existe caminho perfeito, mas a paz, acredito, vem quando fazemos escolhas conscientes, alinhadas com nosso Sentir e combinadas com a família.

Nany Bilate
Pesquisadora, pensadora e fundadora da Behavior, centro de estudos sobre valores e crenças sociais.
www.behavior.com.br

Como você reage diante de novos desafios?

É um imenso prazer estar com vocês mais uma vez. Hoje vou falar dos desafios que encontramos no nosso dia a dia para alcançar os objetivos que tanto almejamos.

A vida de empreendedora é cheia de novos desafios, é acordar de manhã e não saber exatamente o que vai acontecer no dia, na semana, nos próximos meses e no ano.

​Alguns desafios consideramos menores, outros maiores, mas o que não nos falta são obstáculos nessa jornada como empreendedora, ou melhor, nessa jornada chamada vida.

“A vida é cheia de desafios. Aceite-os como uma oportunidade para crescer”.

Johnny De Carli

Quantas vezes deixamos de encarar novos desafios e seguimos no mesmo patamar?

Existem muitos fatores que podem nos deixar nessa situação. Seguem alguns deles:

MEDO – O medo algumas vezes nos protege de situações de risco, como quando buscamos atravessar a rua na faixa de pedestres para não sermos atropelados. No entanto, fora da medida pode limitar nosso crescimento. Muitos têm medo que a empresa cresça, pois terão mais funcionários e pagarão mais impostos. Medo de não ter clientes o mês que vem. Medo de fracassar. Você já pensou em quantas oportunidades perdeu pelo medo?

CRENÇAS LIMITANTES – As crenças limitantes nos fazem crer em algo como verdade, a maioria das vezes sem nenhum questionamento se aquilo é realmente verdadeiro. Se você diz “eu não consigo me organizar” ou “eu não sou bom o suficiente para atender esse cliente”, dificilmente conseguirá dar um passo rumo ao seu objetivo.

ZONA DE CONFORTO – Apesar do nome, não se trata de uma zona confortável. Trata-se de uma zona conhecida, onde não se arrisca e as coisas são aceitas como estão. Você pode estar há anos com sua empresa no mesmo patamar, no entanto, não toma nenhuma atitude a respeito.

Vencer o medo, substituir crenças limitantes por crenças fortalecedoras e sair da zona de conforto são atitudes importantes para atingir o sucesso em qualquer área da nossa vida.

A vida é um contínuo processo de crescimento e requer coragem e atitude para darmos os próximos passos. Para isso, é fundamental definir objetivos e fixar os olhos neles. Stephen R. Covey diz, em seu livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, diz que se deve começar com um objetivo em mente, pois isso significa saber para onde se está seguindo, de modo a compreender melhor onde se está agora e dar os passos sempre na direção correta.

Você tem em mente seus objetivos? Quais são? Você tem fixado seu olhar neles?

Renata Trinta

Coach profissional

www.rethink-coaching.com
E-mail:renatatrinta@rethink-coaching.com
Fone : 11 – 99545.0252

 

Você sabe o que é uma propaganda enganosa ou abusiva?

Bellas,
Meu nome é Daniela Mondino Cantori, sou advogada e atuo nas áreas cível, trabalhista e previdenciária.
A partir de agora serei colaboradora do Mundo Mais Bellas e escreverei sobre assuntos de seu interesse, com uma abordagem jurídica, a fim de esclarecer alguns aspectos do quotidiano das mulheres empreendedoras e seus segmentos profissionais.
Para saberem um pouquinho mais sobre a minha carreira, convido vocês a visitarem meu site www.danielacantori.com.

Nesse primeiro post irei fazer uma breve análise da propaganda enganosa ou abusiva.

À LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

O consumidor tem como direito básico o de informação expressa e adequada sobre o produto ou o serviço que deseja adquirir ou contratar, sendo proibida a publicidade enganosa, capaz de induzir em erro o consumidor.

A publicidade é enganosa por comissão quando o fornecedor faz uma afirmação, parcial ou total, não verdadeira sobre o produto ou serviço, capaz de induzir o consumidor em erro. E é enganosa por omissão a publicidade que deixa de informar dado essencial sobre o produto ou o serviço, também induzindo o consumidor em erro exatamente por não esclarecer elementos fundamentais.

O CDC responsabiliza objetivamente o fornecedor do produto ou serviço que veicula publicidade enganosa, ou seja, basta que a informação publicitária seja falsa, inteira ou parcialmente, ou omita dados importantes, induzindo o consumidor ao erro para que se configure ato ilícito.

Note-se que não se trata da intenção de prejudicar daquele que fez veicular publicidade enganosa. Por expressa previsão legal, cabe a quem patrocina a informação ou comunicação publicitária a prova da veracidade e correção (ausência de abusividade) das informações veiculadas.

Com isso, reforça-se a ideia de que a publicidade enganosa é ato ilícito e ao mesmo tempo elemento contratual, não podendo o fornecedor do produto ou serviço se beneficiar de sua omissão.

Não se pode perder de vista que o CDC é norteado principalmente pelo reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor e pela necessidade de que o Estado atue no mercado para minimizar essa hipossuficiência, garantindo, assim, o equilíbrio entre as partes.

Sendo assim, no tocante à oferta, estabelece serem direitos básicos do consumidor o de ter a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços e o de receber proteção contra a publicidade enganosa ou abusiva.

É bem verdade que, paralelamente ao dever de informação, se tem a faculdade do fornecedor de anunciar seu produto ou serviço, sendo certo que, se o fizer, a publicidade deve refletir fielmente a realidade anunciada.

É, portanto, inequívoco o caráter vinculativo da oferta, integrando o contrato, de modo que o fornecedor de produtos ou serviços se responsabiliza também pelas expectativas que a publicidade venha a despertar no consumidor, mormente quando veicula informação de produto ou serviço com a chancela de determinada marca, sendo a materialização do princípio da boa-fé objetiva, exigindo do anunciante os deveres anexos de lealdade, confiança, cooperação, proteção e informação, sob pena de responsabilidade.

Aguardem mais publicações, sugiram assuntos, comentem o que acharam! Conto com vocês pra podermos trocar experiências!

DANIELA MONDINO CANTORI
OAB/SP 311.204
Fone: (11) 97606-6666
www.danielacantori.com
Facebook/ daniela.cantori.9