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Que mulher você quer ser em 2017?

Vai chegando o final de ano e parece que o mundo vai acabar. No último mês do ano surge uma lista de tarefas adicionais, que, sinceramente, não sei como conseguimos cumprir: é festa da escola das crianças, encontros com os amigos que parecem que após dezembro irão morar em outro planeta, presentes a serem comprados, decoração de final de ano da casa, roupas das crianças, escolhas para entreter crianças nas férias, compromissos de fim de ano da empresa… e ainda cuidar para não engordar e colocar a perder todo o sacrifício dos últimos meses.

Para mim o fim do ano é o fim de um ciclo. O fato de pensarmos e vivermos a vida condicionadas ao calendário anual e darmos tanta importância às festas de final de ano, ajuda a criar um ciclo de doze meses nas nossas vidas. Não importa se você é contra o calendário Gregoriano ou não; o que importa é que muito da nossa vida é regido por ele.

Sendo assim, sinto que é uma época para baixar a poeira das atividades – exatamente o contrário do que fazemos. É um período para voltar para dentro de nós e refletir sobre o ano que se vai e o ano que está para entrar nas nossas vidas. Pensar em todas as oportunidades que essa mudança pode representar nas nossas vidas. É o tempo de escrever, ligar, gravar mensagem para aqueles que estiveram conosco de forma especial. É o momento de agradecer e de doar amor. É o momento de refletir quem queremos ser no ano que entra.

Costumo ouvir que a sociedade está doente, que o mundo que vivemos não é o mundo que gostaríamos de viver,  mas é importante lembrar que quem faz o mundo somos nós, especialmente o mundo ao nosso redor. Sim, acredite, o mundo reage à forma como agimos com ele. Muita da realidade que está ao nosso redor, bem próxima, foram escolhas nossas. Viver no automático, nas tarefas, sendo conduzidas pela vida e pela sociedade, costumam ser escolhas; as vezes difíceis, as vezes pouco conscientes, as vezes limitadas. Porém, acredito, que a forma como reagimos às situações que a vida nos impõe, é nossa responsabilidade.

Por tudo isso te convido a refletir a partir de hoje, próximo do dia que termina o ano no calendário Gergoriano, sobre o seu ano de 2017, sobre qual tipo de mulher você deseja ser ou continuar sendo. Sobre o quê você abriria mão, que você sente que não te faz mais bem, e ao quê você abriria espaço para entrar na tua vida. Você terá mais um ano de vida, serão 365 dias para viver, realizar, conviver, rir e chorar. Como você espera terminar 2017?

Silenciar, parar, respirar longa e profundamente. Fazer uma pausa para recomençar e permitir que teus sentimentos mais profundos e as vezes abafados, venham a tona e guiem você para 2017. Que a mulher que você quer ser, se manifeste. Esse é meu desejo de virada de ano para você.

Feliz ano novo!

Nany Bilate
Pesquisadora, pensadora e fundadora da Behavior, centro de estudos sobre valores e crenças sociais.
www.behavior.com.br

PERSPECTIVAS PARA 2016

O que esperar para 2016?  Lembremos que para cada um de nós será  “chamado” para acordar, quanto mais profundo for o sono mais alto será esse “chamado” será necessário, lembremo-nos dissoO que esperar para 2016?  Lembremos que para cada um de nós será  “chamado” para acordar, quanto mais profundo for o sono mais alto será esse “chamado” será necessário, lembremo-nos disso.

O ano a ser considerado na análise, será o 16, já que o usaremos nas abreviações das datas diariamente. Este corresponde ao arcano chamado A Torre ou a Casa de Deus. A Torre corresponde à quebra de estruturas, quedas, rompimentos e perda da estabilidade. Como a própria imagem sugere algo é destruído por uma intervenção “divina”, ou fato Externo, alheio a nossas vontades.

Torre fala da Compreensão e da Humildade, de maneira geral será um ano que precisamos lembrar que depois de um desastre, somente a transformação nos trará a esperança para superarmos a crise.

Em 2016, lembre-se de não fazer uma “colcha de retalhos”, isto é, se precisar vá no centro do Problema e resolva não fique dando soluções paliativas, “não esconda debaixo do tapete”.

É o ano que nos ensina a reconstruir, mas não aproveitando os alicerces antigos mas sim se for preciso começar um novo alicerce melhorado e mais forte, pois uma “casa” só se mantem de pé quando há um BOM alicerce.

Muitos por analogia chegam a conclusão que os alicerces de uma “casa” são seus Antepassados, portanto use-os, lembrem-se deles para quando estiverem numa situação crítica que demandem jogar fora tudo que já foi feito e recomeçar.

Não é hora de ficar catando os caquinhos e tentar iniciar a reconstrução com eles. Jogue o entulho fora e comece a erguer uma casa nova com material renovado. O velho não nos serve mais. Dói chegar a essa conclusão? Dói sim, e muito. Mas só desse jeito pode nascer uma nova consciência.

Então, 2016 pede também uma renovação total. Se isso não acontecer, vão reconstruir ‘a torre’ com os caquinhos do que está aí e ela vai cair de novo, de novo e de novo. É preciso renovar, recomeçar de verdade, mudar, com consciência, esperança, coragem e principalmente Compreensão e Humildade.

Com certeza em 2016 se formos conscientes estaremos abertos às oportunidades geradas pelas adversidades. A firmeza de seus ideais cria as bases solidas que suportam tempestades. Aquele que é capaz de rever seus valores entra em sintonia com as leis universais. A construção de uma vida em bases sólidas abre espaço para novas oportunidades.

Elcio Binstock , Tarólogo Xamanico, Atende em SP com Horário Marcado
F: (11) 96992-3152

As coisas simples da vida

“Ai que saudade que tenho da aurora da minha vida…” (Casimiro de Abreu)

Quando em final de março, já era friozinho e usávamos agasalhos quentinhos.

Que ir a mercearia da esquina comprar pé de moleque era o programa da tarde. (marcar na caderneta que o papai pagava no final do mês)
Andar de bicicleta no Parque Ibirapuera era programa da molecada da rua.

Andar de ônibus elétrico, com meu pai virava festa!

O cheiro da chuva, e da terra molhada no verão, vinha como um balsamo que aliviava o calor do dia de muita brincadeira ao sol.

Acho que estou com síndrome do fim de ano! Saudade do ano que se foi, e a certeza que o tempo não volta.

Mas o que é fim de ano? Entendo que seja uma “arrumação” dos homens, para dar fim a alguma coisa (tempo) que na verdade continua caminhando sem parar para olhar se existe fim ou começo!

Nós que estabelecemos um “final de ano”, para que melhor nos organizemos.  Ou será para ter a impressão que existe término e recomeço? Será que tem? Na realidade, o que muda do dia 31/12 para 01/01, além da data?

Ninguém será outra pessoa, nem tudo sera diferente na realidade, mas a sensação do novo, algo acalma dentro de nós… vem a esperança de um outro ano, renovação, como se algo mudasse fora de nós, e trouxesse oportunidades diferentes.

Seja bem-vinda esta experiencia de transformação e de oportunidades diferentes, só que isto acontece em nossa alma, nossa vontade de viver.

E é isso que importa!

A busca do cheiro da chuva que inebria, do café fresco que sai todas as manhãs, do livro novo de escola e do pãozinho fresco…não tem preço nem tempo.

É sempre gostoso, seja em qualquer ano ou a qualquer tempo.

Para mim, são presentes que estão por ai…basta prestarmos atenção: pássaros cantando, ventos que acariciam nossa pele, coisas simples da vida que trazem bem-estar e alegria. Basta querer ter.

Miriam Halpern
Psicologa e Psicanalista
Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanalise de São Paulo  ( SBPSP)
Docente da SBPSP
Membro da International  Psychoanalitical Association of London
Mestra em Disturbios do Desenvolvimento pela Universidade Mackenzie
Membro da IPSO, Paris
Email para contato: mhalperng@gmail.com