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O trabalho do arquiteto

Olá Bellas, td bem?

Muita gente ainda tem um pouco de dúvidas sobre o que um arquiteto faz e o porque ele realmente e necessário num processo de mudanças e reformas. Hoje eu vou explicar um pouco melhor para vocês esse papel e como esse profissional é tão importante.

Bom, um arquiteto pode atuar em diversas frentes como construção civil, decoração de interiores, urbanismo, cenografia, vitirinismo, gerenciamento de obras, entre muitas outras coisas. Vou me ater ao que mais procuramos, que é o arquiteto que faz projetos de reformas, casas e espaços em geral.

E o arquiteto que dará soluções que irão integrar estética, funcionalidade e praticidade a sua residência, vai avaliar o que cabe ou não no seu estilo de vida e orçamento, vai analisar as mudanças necessárias no seu imóvel e ajudar a projetar o seu sonho de forma organizada e realista.

Em um contato inicial, o arquiteto geralmente fara uma reunião com os clientes para identificar suas necessidades e avaliar em conjunto qual é a situação que os clientes precisam.

No caso de uma reforma completa, o arquiteto pode atuar desde o projeto inicial (alvenarias, elétrica e hidráulica, iluminação, forro, decoração, marcenaria, marmoraria, layout, etc) ou somente em algumas etapas.

Após esse primeiro encontro, é feito um levantamento no local, para que o arquiteto tenha as informações necessárias para iniciar seu trabalho tais como: medidas, alturas, instalações, regras do local da obra, entre outros).

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Após esse levantamento passamos para o que chamamos de Estudo preliminar, onde apresentaremos algumas ideias iniciais aos clientes, como soluções de layout e revestimentos, e pode haver imagens em 3 dimensões para que o cliente visualize melhor o resultado, plantas e vistas, croquis e desenhos artísticos. As opções são variadas, conforme a necessidade do cliente e a experiência do profissional.

Exemplo de 3d que pode ser feito para a apresentação ao cliente
Exemplo de 3d que pode ser feito para a apresentação ao cliente

Após a aprovação dessas primeiras ideias, o arquiteto poderá fazer todas as partes do processo contando ou não com a ajuda de projetos complementares (quando forem necessários, automação e ar condicionado, por exemplo), feitos por outros profissionais especialistas. Porem cabe ao arquiteto juntar todas essas informações e compatibilizar as soluções encontradas às suas ideias.

Passada as fases iniciais do projeto, com as definições em mãos, ele parte para o que chamamos de projeto executivo, onde ira detalhar tudo conforme as necessidades de execução, para que seja executado fielmente as ideias propostas, além de ser uma poderosa ferramenta para orçamentos mais precisos, o que facilita muito na hora da obra.

O mesmo arquiteto que fez o seu projeto pode ser o gerenciador de sua obra. Na obra ele ira fazer orçamentos de produtos e serviços, orientar as etapas de obra e os fornecedores, escolher materiais, acompanhar entregas e execuções.

Muitas pessoas tem a impressão de que contratar um arquiteto para sua reforma e algo inalcançável ou precisa de um investimento muito elevado e por isso optam por não contratar a ajuda de um profissional. Ao contrario, hoje existem diversos profissionais atuando de forma mais acessível, como a Clinica DECORação, por exemplo com consultorias e assessorias, porem para quem não precisa de grandes mudanças como uma reforma completa.

A contratação de um profissional minimiza gastos desnecessários com compras equivocadas, com desperdício de materiais na obra, com má execução de serviços e ainda deixara sua casa com a sua cara, pois o mesmo trabalhará de forma personalizada, além de estar dentro da lei e ser mais seguro para você e sua família. Para isso procure sempre um arquiteto conforme seu estilo e referencias, e o mais importante, registrado no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo).

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Assim você evita transtornos e fica com sua casa linda!

E aí Bellas, gostaram das dicas de hoje? Se você quiser uma dica sobre algum assunto especifico, manda sua sugestão para gente!

Um grande beijo,

Arq. Luiza Altman
Clinica DECORação
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Instagram: @clinicadecoracao

A alma imoral

Já há algum tempo, li o livro que dá titulo a este artigo de autoria de Nilton Bonder, rabino querido do Rio de Janeiro.

Já é intrigante de início, seu título traz curiosidade.

O que um rabino poderia dizer a respeito, afinal, a imagem de um religioso é de uma certa ideia, correto e tradicional.

Fiquei admirada ao ver o livro e logo começo a ler, afinal, que historia é esta? Aprendemos que temos que ser corretos, íntegros e sobretudo “fazer o bem sem olhar a quem”.

E que tempos bicudos são estes em que nada disso acontece, ao contrário!

A evolução acontece quando alguma transgressão se comete!

Podemos parar e pensar o que é transgredir, pois temos transgressão, como atitude pejorativa ou irresponsável. Vou ao dicionario:

 Transgredir: Ultrapassar limites de algo: atravessar

Fleming, ao descobrir a penicilina, transgrediu o que conhecia.

Freud, ousou pensar além do que era estabelecido para sua época.

Edson, o inventor do telefone, (entre outras coisas) inventou o telefone por amor: sua esposa era portadora de deficiência auditiva , e o telefone surgiu a partir do amplificador de som.

O avião de Santos Dumont, veio de uma experiência e ousadia em não conformismo em poder voar. Assim, transgrediu o estabelecido e fez o 14 bis .

Em nosso mundo, existem milhares de exemplos de transgressões úteis e promotoras de progresso.

Vivemos um mundo, onde o enrijecimento moral e político, mostra a dificuldade em mudar.

Estamos estarrecidos com isso tudo!

Transgredir é necessário para que mudanças ocorram, mas a historia vem mostrando transgressões maldosas e desrespeitosas. Não é dessa que precisamos, mas de almas que desejem mudanças, que possam ultrapassar e transformar o mundo em um mundo melhor, mais alegre e colorido.

Onde as floresta, plantas, animais e homens possam viver, cada um a sua maneira.

Onde o Imoral, seja a conquista de novos modelos e experiências. E a transgressão seja a soma de atitudes construtivas que possam somar e produzir um planeta melhor!

Miriam Halpern
psicóloga e psicanalista
mhalperng@gmail.com

Medo ou Pânico?

Todos sabemos o que é sentir medo: medo de mudanças, medo de voar, medo de cachorro ou gato. Mas as vezes também pode ser um medo tamanho, que paralisa.

Este medo de sentir medo ou pânico, que traz junto à sensação desagradável, paralisante, que gera incapacidade de realizar e avaliar os fatos, a proporção da situação ou problema. Enfim, um horror do qual tentamos escapar a todo custo.

Uma sensação de catástrofe iminente que impede pensar.

Cabe aqui lembrar que também ocorrem sensações corporais desagradáveis: tontura, ânsia de vomito, dores musculares, palpitações, o que muitas vezes leva a abrir mão de fatos corriqueiros, por medo de sentir medo.

Medo é um mecanismo natural que nos protege de situações perigosas, mas quando o medo é excessivo, limitante, um medo patológico, o ideal é procurar auxilio pois algo não vai bem. E nem sempre é necessário uso de medicação.

Já perceberam que uma das primeiras coisas que ensinamos aos filhos é o que não devem fazer ou mexer, ao invés de mostrarmos o caminho do prazer e auto confiança?

Será o excesso de proteção e de prevenção, uma atitude construtiva?

E como saber a medida?

Não tenho a resposta, pois cada caso tem suas peculiaridades e precisa ser avaliado por um profissional psicologo.

A presença vigilante, deixando a intrusão para quando necessária, pode proporcionar o desenvolvimento pessoal de uma melhor forma, mas sempre atentos e próximos: com paciência e tolerando que, nem sempre, o que é bom pra mim, é bom para todos!

Miriam Halpern
Psicóloga e psicanalista
mhalperng@gmail.com