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Mente Magra, Uma História de Superação

Olá pessoal, hoje estou estreando esta coluna no Mais Bellas e meu propósito é fazer dela um espaço onde iremos conversar sobre o lado emocional do emagrecimento.

Pretendo ajudar você a descobrir quais são os registros mentais que aprendeu desde a infância e que te faz ter comportamentos que te levam a engordar até hoje!

Quais são seus sabotadores? Porque todas as vezes que emagrece alguns quilos logo larga a dieta e volta a engordar?

Vamos entender porque diante de tantas possibilidades e tratamentos para emagrecer, somos um país com mais da metade da população em excesso de peso! O que acontece? Porque as dietas não funcionam? Porque mesmo sabendo o que fazer, não conseguimos alcançar o objetivo de emagrecer definitivamente?

No vídeo de hoje, vou contar para vocês a minha história de superação e como eu criei o Mente Magra, um programa que te ajuda a emagrecer sem sofrimento, sem remédios e sem culpa ou julgamentos.

Assista ao vídeo e veja como é importante a reeducação emocional além da reeducação alimentar! O Programa Mente Magra também pode te ajudar a emagrecer sem sacrifício.

Andrea Romão
Coach de Emagrecimento

 Quem é o dono do seu corpo???

 

Vivemos numa sociedade onde a imagem é importante. Só que esta imagem é externamente produzida.

Estamos o tempo todo sob intensa manipulação de idéias e costumes.

Preocupadas com as calorias, proteínas, cremes, estamos sempre sujeitos a qual imagem projeto.

Será que somos todas feias e gordas? Ou estamos submetidas a uma tirania onde a insatisfação leva a um perseguir de um corpo perfeito, o que traz a busca e consequentemente um consumo de comidas apropriadas, cremes embelezadores, ou ainda lipoaspiração invasiva e perigosa?

Então, quem é dono do próprio corpo? O Selfie? A Revista de Beleza? A internet? O corpo do outro? De quem é a decisão final?

O que é mais importante: como me vejo, ou a imagem que acredito que emana de mim? Quantas vezes preciso perguntar se estou bem, pois não confio em meu próprio olhar?

Tentar produzir uma eficiência, uma beleza industrializada, ou seja, estamos submetidas aos padrões da indústria que nos oprime, e impede de viver uma vida alegre e satisfatória.

Somos bombardeados o tempo todo por fotos e notícias.

Meu corpo é minha casa. Por acaso deixo qualquer um entrar em minha casa, em minha vida?

Por que então vou aceitar e deixar entrar por meus ouvidos e olhos, qualquer intruso, e aceitar o “assalto” daquilo que poderia ser melhor para mim? Por que temos de acreditar que alguém sabe o que é melhor, ou aquilo que faz sentido em minha vida? Afinal os olhos são a janela da alma…

Piadinhas no whatsapp e redes sociais sobre o peso após o réveillon, proliferam…

Que tal esta frase: “dia 1 atrasar a balança 5 kg”…

Fala sério!!!!!! O corpo é meu, e de fato devo ser responsável por aquilo que coloco dentro dele, e não ficar sempre aflita e ter “medo” da comida, como se ela fosse minha inimiga.

Existe um prazer em comer, que está sendo esquecido. Certo?

O horror é viver tiranizado por uma sociedade de consumo como a nossa, onde estamos imersos em estímulos para comer (propaganda), ao mesmo tempo que as mulheres bonitas e magras (que podem ser assim por Photoshop) são associadas a serem amadas e bem sucedidas.

Tudo isso é um contrassenso! Uma ambiguidade enlouquecedora.

Para o ano novo desejo que sejamos felizes com o corpo que temos. Com o tamanho que podemos ter e ser a cada momento da vida, e deixar as estereotipias na gaveta!

Vamos amar melhor nossa casa/corpo e voltar a ser donas de nós mesmas?

Fica aqui o desafio!

“Nunca te diminuas para caberes no mundo de alguém. Se não houver espaço para ti, não insistas. Quem te quiser de verdade na sua vida, fará tudo para que tu caibas, de forma inteira sem que tu precises de te diminuir”. –  Jô Soares

Beijos,

Miriam Halpern
mhalperng@gmail.com

Qual o peso ideal?

Qual o corpo ideal? Como gostaria que me vissem? Como me vejo no espelho? Qual o meu tamanho?

Será que alguém sabe responder?

O que é ideal ou sera que o ideal é aquilo que idealizo? E mesmo assim, vejo-me diferente em cada espelho que olho.

Construir uma imagem, é pura abstração. Como que eu gostaria de ser? Depende da hora, lugar, situação… Ou seja, como saber o peso ideal se a cada momento estou em situações diferentes, com demandas diferentes, e alem de tudo com humor diferente…tem dias que me gosto. Outros não! Afinal, dói pesos duas medidas!

O que quero trazer é ser quem sou a cada momento: sou o que posso ser.

Difícil é suportar tanta ambivalência e conflito, sendo que sou apenas quem sou, a cada instante, posso mudar em minutos e me ver de outra forma.

Para mim esta é a essência da existência.

 E a surpresa que é viver.

Monotonia não existe. Poder conviver com tantas possibilidades e contrastes, e aceitar cada momento da forma que posso “enxergar”. Certamente falo de um enxergar subjetivo, com o olhar que posso ter para mim: as vezes feliz, outras vezes critico mas pode ser também generoso aceitando as imperfeições decorrentes da nossa condição humana de ser!

Esta condição humana, que permiti muitas vezes a escolha do olhar que dou para mim, e para o mundo.

Assim sendo, que peso devo dar a tudo isso?

O peso ideal não é o da balança ou tabela medica / nutricional, mas sim o peso que dou a cada sensação, a cada gesto humano, a cada movimento que gere satisfação e bem-estar. Que possa levar a um conforto interno de tranquilidade com quem sou!

Miriam Halpern
Psicologa e Psicanalista
mhalperng@gmail.com