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Chuva e frio…

Chuva e frio…

Quem é paulistano, está encharcado de tanta chuva. Hoje amanheceu seco… Vamos passear, pensei e propus!

Quebrei sem querer uma armação de óculos e hoje seria um bom dia para procurar outra. Achamos!

Tempo seco… oba! Estávamos no centro da cidade e começa a escurecer: vimos um táxi que recusou a corrida. Fomos ao metrô: a linha 4 esta em reparos… vamos em frente e descemos na Praça da Republica.

Continuando o caminho para chegar em casa.

Mal sabia que hoje, seria outro dia de atribulações.

Aliás, viver é um tumulto! Fazer-se entender também. Cada um tem sua forma, jeito de pensar e entender as coisas.

Afinal, para que servem as palavras? Comunicação é uma arte. Fico na dúvida se me comunico bem. Se minha escrita é clara e se é possível me fazer entender.

A dúvida sempre presente, de como será que sou lida e percebida.

Às vezes vejo as pessoas como equipamentos de recepção e emissão: como uma antena parabólica, receptora de estímulos e repetidora de sons e imagens.

Tudo depende da sintonia a que estou ligada e em que frequência transmito minhas ideias, que, dependem também se a antena receptora, é capaz de captar os sinais que envio. Complicado…

Enfim, continuo mandando mensagens e sinais. Aguardo retorno dos estímulos enviados, das antenas que possam captar a frequência das minhas emissões.

Boa chuva!

Miriam Halpern
psicóloga e psicanalista
mhalperng@gmail.com

O Compromisso de ser mulher… parte 3

Ainda inundada pelas notícias olímpicas, como não pensar em Michael Phelps, sua mulher Nicole, Boomer o bebê, e sua mãe Debby.

A todo momento fico impressionada com o atleta das 5 medalhas olímpicas (só aqui no Brasil) de 31 anos e uma fera nas piscinas. Toda vez que nada, não tem pra ninguém!!! É ele que chega primeiro, com seus braços e mãos enormes.

Sabemos que após a Olimpíada de Pequim, Michael teve problemas com drogas e alcoolismo mas resolveu se curar e dar a volta por cima. E que volta, hein?

Na retaguarda estavam sua mãe Debby e a namorada Nicole (ao menos, resumidamente é o que sei).

O que será dele de agora em diante? Dando uma entrevista, Michael diz querer ser treinador, mas não sabe se terá paciência! Também falou muito da capacidade mental que desenvolveu e assim poder fazer o que fez.

Ao vê-lo emocionado, e homenageando sua mãe e esposa, sempre com o bebê no colo, após cada vitoria, quero entender o reconhecimento e gratidão ali expresso no gesto, pois parece mostrar saber, que sem elas não estaria onde está.

Bairrismos a parte, somos nós mulheres que acalentamos e apoiamos as gerações que nos sucedem e assim, o mundo continua.

Olho para o Boomer e desejo que ele seja a razão de Phelps continuar seu caminho, com mais tranquilidade e aceitando que talvez não brilhe tanto como agora.

Viver sem aplausos e brilho não é fácil para quem já experimentou este sabor.

Phelps continuará sempre em nossa lembrança como o homem das medalhas de ouro, de braços e mãos enormes.

Agora vem uma nova etapa: ser pai e marido amoroso e um bom filho, pois sem estas mulheres, ele não existiria!

Simples assim.

Beijos e até a próxima!

Miriam Halpern
Psicóloga e Psicanalista
mhalperng@gmail.com