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Moqueca Vegetariana

Moqueca:

Capixaba ou baiana? Eis a questão. Independente de onde tenha surgido, uma coisa é fato, a moqueca é brasileira! Essa iguaria a cara do Brasil marcante, diverso e colorido. Por ter um imenso território, a culinária brasileira varia muito, é o resultado de uma grande mistura de ingredientes e tradições adaptados ao clima de cada região. A moqueca capixaba não leva azeite de dendê, nem leite de coco e pimentão, já a baiana sim.

O nome do prato vem da palavra indígena moquear, que em tupi significa assar em fogo lentamente. Interessante né! O modo tradicional de preparo é cozinhar em panela de barro.

A moqueca tradicional é feita com frutos do mar ou pode substituir pelos peixes Namorado ou Linguado, mas é possível fazer na versão vegetariana, com banana-da-terra, palmito, caju, cogumelos ou carne de jaca e ainda colocar tomates e pimentões coloridos em uma vistosa panela de barro, que faz toda a diferença no preparo! Ah! Não pode esquecer do emblemático azeite de dendê, que deixa o prato ainda mais colorido!!!

Moqueca vegetariana:

-> Ingredientes:

2 unid Cebola em rodelas
2 unid  Tomate em rodelas
3 unid Pimentões vermelho, verde e amarelo em rodelas
3 unid Palmito fresco ou em conserva em rodelas
1 fio de Azeite de oliva
1 fio Óleo de gergelim ou de amendoim
½ xícara de chá de Coentro fresco picado
½ xícara de chá Alga nori em tirinhas
200 ml de Leite de coco light
Sal a gosto

-> Modo de fazer:

Separe uma panela grande e funda e comece a montar a moqueca.

Comece pelo fio de azeite. Em seguida, faça camadas com a cebola, os pimentões, o tomate e o palmito. Repita as camadas (cebola, pimentões, tomate e palmito).

Depois acrescente uma camada de coentro fresco, uma de nori picado, adicione sal e pimenta.
Finalize com o azeite de amendoim ou de gergelim e o leite de coco. Tampe e leve ao fogo baixo por 20 minutos ou até tudo se transformar em uma moqueca.

Rendimento: 4 / 6 porções

Bom apetite!!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
www.facebook.com/biofood.express

Chutney de maçã

Chutney:

Chutney é uma parte importante da culinária indiana. É um tipo de molho encorpado que pode ser usado com outros alimentos para dar mais sabor à refeição, pode ser acompanhamento de pães variados ou mesmo uma carne.

Há tantas variedades de chutneys que podem ser consumidas como um mergulho ou molho.

Similar na preparação e uso a um picles, chutneys temperados simples pode ser datada de 500 aC. Originário da Índia, este método de conservação de alimentos foi posteriormente adotada pelos romanos e impérios britânico posteriores, que, em seguida, começou a exportar isso para as colônias, Austrália e América do Norte.

Como as maiores e variadas importações de alimentos estrangeiros aumentaram no norte da Europa, combinado com uma maior capacidade de refrigerar alimentos frescos e uma quantidade crescente de estufas, o chutney caiu em desuso e foram relegados para uso militar e colonial.

O Chutney reapareceu na Índia por volta da década de 1780 como um aperitivo popular.

A partir do século 17, chutneys de frutas foram enviadas para países europeus como Inglaterra e França como bens de luxo. Essas imitações foram chamados frutas ou legumes “mangoed”, a palavra ‘chutney’ ainda está sendo associada com as classes mais baixas de trabalho.

Os Chutneys indianos são preparados de forma mais seca ou molhada e pode ser doce ou azedo ou quente. As variedades de chutney são inúmeras e podem ser feitas de um único vegetal ou uma combinação de legumes, lentilhas, frutas, nozes, entre outros.

Lá, os chutneys pode ser feito parecido com picles que são amadurecidos ao sol por até duas semanas e mantidos até um ano ou, mais geralmente, são feitos na hora com ingredientes frescos que podem ser mantidos por vários dias ou uma semana em refrigeração.

Claro que cada país tenta criar seu próprio estilo de Chutney; Para o estilo Inglês por exemplo, foi adicionado vinagre na receita, que, tradicionalmente, tem como objetivo dar uma vida útil longa a fim de que possa ser preservado para uso durante todo o ano (são doces, geléias e picles) ou mais para ser vendido como um produto comercial. Geralmente esses chutneys são cheios de vinagre e açúcar e cozidos para se obter uma redução.

Receita de Chutney de maçã:

-> Ingredientes:

20 maçãs sem casca, sem sementes e picadinhas
3 pedaços (2,5 cm cada) de raiz de gengibre fresca descascada
250 ml de vinagre de vinho branco
100 g de açúcar refinado
75 g de açúcar mascavo
1/2 colher (chá) de canela
½ colher (chá) de pimenta branca
1/2 colher (chá) de cardamomo em pó
1/4 de colher (chá) de noz-moscada em pó

-> Modo de preparo:

Em uma panela, junte as maçãs com o gengibre, o vinagre, os dois tipos de açúcar (comum e mascavo), a canela, a pimenta branca, o cardamomo e a noz-moscada. Deixe essa mistura levantar fervura. Depois, reduza o fogo e tampe a panela. Cozinhe em fogo baixo por 30 minutos, mexendo com frequência, até as maçãs ficarem macias. Caso seja preciso, acrescente um pouco de água para manter os ingredientes úmidos. Retire a cebola e o gengibre. Por fim, guarde o chutney na geladeira até a hora de servir.

Rendimento: 6 porções.

Bom Apetite!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
www.facebook.com/biofood.express

 

  • foto do site www.tudoreceitas.com

Pão de mel Fit

Há duas versões: A primeira versão conta que o pão de mel nasceu na Rússia por volta do século IX e era chamado de “pryanik”. Ele era uma mistura de farinha, suco de frutas e mel, sendo que esse último ingrediente constituía quase metade de todos os outros. Mais tarde, lá pelos séculos XII e XIII, foram adicionadas especiarias vindas da Índia e Oriente Médio, como canela, nozes, gengibre, frutas secas, entre outros.

Com o tempo a receita se espalhou e em cada região que o pryanik foi introduzido, ele ganhou um jeitinho diferente para ser preparado e assado. Ele era feito em vários formatos, desde animais, para enfeitar as árvores de natal, até alguns formatos próprios para casamentos, festas, celebrações, datas especiais e, olhe só que curioso, eram também ofertados em formato de anjos para doentes, com o objetivo de curar a pessoa.

A outra versão nos diz que o pão de mel é um doce de origem europeia, elaborado à base de mel, farinha de trigo, chocolate, manteiga, especiarias e ovos. Nesse caso, os culinaristas europeus descobriram que o pão de especiarias poderia ser coberto com chocolate derretido para prolongar o seu sabor e umidade.

Atualmente o pão de mel é apreciado em todo o mundo, com ou sem cobertura de chocolate, e com diferentes recheios.

Pão de mel fit

-> Ingredientes:

2 ovos
3 colheres de sopa de cacau 100%
3 colheres de sopa de farelo de aveia
3 colheres de sopa de água
2 colheres de sopa de mel
1 colher de café de canela em pó
1 colher de sopa de fermento em pó
1 colher de sopa de óleo de coco ou vegetal

Recheio
Pasta de amendoim

Cobertura
120g de barra de chocolate 50% ou mais
1 colher de café de óleo de coco ou vegetal
Água

-> Modo de preparo:

da massa:

Bata à mão o óleo de coco/vegetal, ovos e o mel. Acrescente o restante dos ingredientes e deixe o fermento por último. Unte as formas de pão de mel (caso use as forminhas de silicone, não precisa untar). Despeje a massa, deixe assar em forno médio de 180 a 200 graus, por cerca de 20 a 30 minutos.

da calda:

Pique o chocolate e coloque 1 colher de café de óleo de coco/vegetal e um pouco de água para amolecer como uma calda. Leve ao micro-ondas em um pote de vidro por 30 segundos, mexa e volte para mais 30 segundos caso tenha necessidade.

-> Montagem:

Após assados os pães de mel, abra-os ao meio e recheie com a pasta de amendoim. Feche-os com cuidado e cubra-os com o chocolate derretido. Leve à geladeira para secar a cobertura.

Bom Apetite!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
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  • fonte da foto: MdeMulher

Pudim Fit

Pudim:

O pudim é uma sobremesa amada pelos brasileiros, uma receita clássica que faz parte de milhões de brasileiros. É tão popular que há quem acredite que se trata de uma especialidade da culinária brasileira.

Essa sobremesa surgiu no século XVI dentro dos conventos portugueses. E foi ensinada para nós brasileiros, já que eles eram nossos colonizadores, pegamos o gosto pelo doce bem rápido. Nessa época o pudim era feito de leite ainda.

Conta a história que essa sobremesa foi inventada por um abade português que não divulgava a receita para ninguém que ousava perguntar, mas como o sucesso do seu doce entre a população era tão grande, o abade decidiu fazer uma competição com outros confeiteiros da época, para ver se algum deles conseguia preparar o pudim perfeitamente como ele. Por fim das contas, na competição ninguém conseguiu fazer exatamente um pudim como o abade, porém os portugueses já tinham uma ideia de como chegar a algo próximo. A receita do abade só foi revelada após sua morte, seu caderno de receitas desapareceu misteriosamente e o segredo veio à tona: açúcar, gemas, água e toucinho de porco faziam o Pudim de Priscos, um sucesso bem simples da culinária portuguesa.

A receita se expandiu e o pudim agradou o paladar de muitos no mundo inteiro, aqui mesmo no Brasil se tornou uma sobremesa clássica, presente em qualquer tipo de evento ou situação por ser um doce muito fácil e rápido de se fazer. Além de se tornar extremamente popular, o pudim ganhou derivações: chocolate, frutas, pão… Tem para todos os gostos! Eles são preparados em banho-maria, método que consiste em colocar o creme preparado com os ingredientes em uma forma caramelizada, cuja é colocada dentro de outro recipiente com água e levada ao forno (ou fogo).

Pudim fit:

Ingredientes:

6 ovos
2 xícaras de leite desnatado
1 xícara de iogurte desnatado
3 colheres de sopa de adoçante culinário
3 colheres de sopa de açúcar demerara
1 colher de sopa de água

Modo de fazer:

Bater os ovos, leite, iogurte e o adoçante.
Reserve.
Coloque o açúcar demerara e a água na forma e coloque sobre o fogo médio até caramelizar.
Despeje delicadamente o pudim sobre a calda.
Leve ao forno no banho-maria por 40 minutos.

Rendimento: 10 porções.

Espero que aproveitem!

Bom apetite!!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
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Pão de Abóbora

É estimado que o pão tenha surgido há 12 mil anos na Mesopotâmia juntamente com o cultivo do trigo. Eram feitos de farinha misturada com o fruto do carvalho. Os primeiros pães eram achatados, duros, secos e muitos amargos.

Pão de Abóbora

-> Ingredientes:

1 xícara de abóbora cozida
4 colheres de sopa de polvilho doce
2 colheres de sopa de polvilho azedo
2 colheres de sopa de água
1 colher de sopa de óleo de coco (pode substituir por azeite de oliva também)
1 colher de sobremesa de chia
Sal à gosto.

-> Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes na mão até que a massa fique homogênea.
Se ela ainda estiver grudando em suas mãos, salpique mais polvilho (doce e azedo);
Após desgrudar a massa, faça bolinhas (ou outros formatos) com ela;
Leve ao forno na temperatura de 180 graus por cerca de quinze a vinte minutos, até dourarem;
Não se esqueça de untar a assadeira com óleo de coco ou azeite.

Rendimento: 30 pãezinhos

Bom apetite!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
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Salmão com crosta de castanhas

Quem ainda não tem o peixe como um elemento regular na alimentação tem muitos motivos para começar a mudar seus hábitos. Afinal, além de saborosos, seus benefícios nutritivos são inegáveis: a recomendação do Ministério da Saúde é de que o consumo de peixes seja feito, pelo menos, duas vezes na semana.

Com ótimos valores nutricionais, uma ótima opção para suprir a necessidade de peixe no cardápio é o salmão. Rico em proteínas e em ômega 3, ele evita a formação de placas nas artérias, reduz o colesterol e o triglicérides, fazendo-se assim um componente saudável na alimentação das pessoas de um modo geral.

Salmão com crosta de castanhas

-> Ingredientes:

6 filés de salmão (200g aprox.)
120g de castanha do pará
2 colheres (sopa) de manjericão
1 dente de alho picado
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de manteiga
Azeite de oliva
Sal e pimenta
Suco de limão

-> Modo de fazer:

Em um processador coloque as castanhas, o manjericão, o alho, a farinha, a manteiga e sal. Triture todos os ingredientes, a castanha deve ficar com pequenos pedaços, então não bata excessivamente.

Temperes os filés com suco de limão, sal, pimenta e um fio de azeite de oliva. Cubra os filés com as castanhas e leve para assar em forno aquecido a 200C, por aproximadamente 25 minutos.

Rendimento: 6 porções

Bom apetite!!

Michele Rachel Ventura Danciger
Consultora de Nutrição e Gastronomia da Bio Food
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