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Espaços para relaxar

Olá Bellas!

Hoje eu quero falar um pouco sobre como podemos criar um cantinho em nossas casas para relaxar, ler, admirar a paisagem ou simplesmente esquecer da vida.

Tem um espaço embaixo da sua escada e não usa? Já pensou em transformar numa confortável área de descanso, com um banco, futons e almofadas deliciosas?

luiza1

Tem uma varanda pequena? Opte por uma rede ou uma confortável cadeira de balanço. Até um banco com futons também é uma ótima pedida. Não esqueça de acrescentar plantas e flores para deixar o ambiente mais agradável para seu relax.

Women enjoy her special moment on terrace. She holding cup and sitting on pallet.

Quer fazer um cantinho de leitura no quarto? Coloque uma poltrona confortável ao lado da cama, com um abajur de luz amarela, de preferencia que possa regular a intensidade. Uma estante com livros próxima a essa poltrona sempre ajuda na hora da leitura. Opte por tecidos agradáveis ao toque, como o suede ou o veludo por exemplo.

Young woman at home sitting on modern chair in front of window relaxing in her living room reading book and drinking coffee or tea

Gosta de meditar? Faça um canto com lanternas, aromas, um tapete confortável em um quarto da casa ou na própria sala. Opte por cores relaxantes, como o azul por exemplo ou que remetam a natureza, como o verde.

Woman sitting on floor at home doing yoga meditation.

Todas essas ideias são fáceis de executar e não precisam de muito espaço não e mesmo?

Bora dar uma pausa e relaxar, Bellas?

Um grande beijo,

Arq. Luiza Altman
Clinica DECORação
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Instagram: @clinicadecoracao

A leveza a ser reaprendida pelas mulheres…

Nos estudos da behavior com os homens aprendemos que, diferentes de nós, eles preferem a liberdade a independência. A liberdade de viver momentos que lhes permita alimentar a alma: um chopinho com os amigos, jogar uma pelada, dormir sábado a tarde – toda a tarde! – entreter-se com games, viajar de moto para sempre voltar, sempre. Como me disse um dos entrevistados do Projeto Homens, “eu sou feliz, livre, na minha gaiola”.

A mulher se irrita profundamente com esse comportamento masculino. Muita desta irritação tem a ver com a sensação de exclusão do universo dele – como assim ele quer ser feliz sem mim? – apoiada na crença romântica que o casal só pode viver a dois o tempo inteiro. Outras vezes, a irritação vem do julgamento de irresponsabilidade que a mulher dá a este tipo de atividade: como assim, você vai se divertir se temos tantas coisas à fazer?

Pois é exatamente aqui que a relação azeda. A mulher possui, no meu entendimento, uma habilidade quase genial de realizar diversas coisas ao mesmo tempo. Com isso ela parece ter a necessidade de arrumar o mundo, e, na medida que vai deixando o mundo como ela acha que deve ser, retroalimenta a percepção que só ela é capaz de deixar o mundo perfeito. É quase uma antena ligada ininterrupta que a deixa tensa, vigiante, quase um fiscal. Estudei toda minha infância e juventude num colégio feminino de freiras, a congregação era francesa; creio que por isso carrego comigo a imagem da madre superiora: severa, vigiante quase um policial. É assim que muitas vezes encontro as mulheres, quando as entrevisto.

Se o homem decide, no meio de uma grande mudança, parar tudo para tomar um chopinho… já dá para imaginar que a Terceira Guerra Mundial está prestes a começar. Pois é… mas é através dessa atitude, de parar tudo para se dar uma pausa, que trazemos leveza para a situação. O homem vem ganhando terreno na relação a dois, porque nós mulheres compreendemos que talvez não seja tão ruim assim imitar esse lado masculino. Afinal, queremos continuar ser mulheres neuróticas por ordem e perfeição, como nossas mães?

É claro que essa atitude não pode disfarçar, como em muitos casos, irresponsabilidade e se tornar uma fuga para não enfrentar os desafios da vida e amadurecer. Mas quando ela acontece em determinados momentos, podemos arejar um pouco e liberar a tensão. Abrindo espaço para essa atitude de leveza nas nossas vidas, melhoramos nosso humor, nossa relação e a tensão familiar. Vamos refletir sobre isso?

Nany Bilate
Pesquisadora, pensadora e fundadora da Behavior, centro de estudos sobre valores e crenças sociais.
Escreve semanalmente sobre as transformações que estamos vivendo como sociedade no blog Movimentos Humanos em www.behavior.com.br